Banksy: Arte de Guerrilha

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Posted by Bruno M. Barreto - - 1 comentários

Neste mundo de meu Deus

Já vi acontecer tudo

Não ouvi fala de mudo,

Mas vi reza de ateus

E vi dança de entrudo

Mais um caso cabeludo

Bem longe dos Pirineus.

É uma mulher fogosa

Dessas que gostam de festa

Samba, forró e seresta,

Não se faz nem de dengosa

Com um fogo da mulesta

Ela dança que nem presta

E diz que é carinhosa.

Agora seu novo assunto

Toda hora que se vê

Ela só vive a dizer

Que está beijando muito.

Não sei se vai se perder

Pra não se arrepender

Ela sonda o intuito.

No momento o seu esporte

Ninguém vai adivinhar

Sua vida é só dançar,

Basta alguém dizer o mote

Quando menos esperar

Vê logo ela se esbaldar

Dançando o forró no pote.


Não pode ser diferente

A origem da danada

Que até de madrugada

Acha dançar excelente

Prá ir na sua passada

Precisa ser da pesada

Senão não tem quem aguente


Ela veio lá da serra

Viveu na roça plantando

Sua vida era cantando

Até que mudou de terra

Tá na capital morando

E sempre aproveitando

Toda festa ela encerra.

Dura feito antiga rocha

Ele é forte prá chuchu,

Brinca até de papangu

E no São João tira tocha

Dança, pula, come angu,

Sobe em pé de mulungu,

Nem aí ela afrocha.

Ela é muito viajada

Conhece o Brasil inteiro

Tira férias em janeiro

E sai toda preparada

No clube ou no terreiro

Sambista ou forrozeiro

É uma mistura danada.

Até em Caruaru,

Ela já dançou na feira

Foi em cima duma esteira

Dançou chupando caju

Depois dessa brincadeira

Comprou uma frigideira

Prá fritar ovo em Patu.

Dizem que é sensacional

Ver a dança da figura

Pois aquela criatura

Já teve até no jornal

Num dia de festa pura

Dançou como uma loucura

Nosso Hino Nacional.

Dança também ligeirinho

Tico tico no fubá

Carinhoso, Carcará,

Se solta em Brasileirinho,

É coisa de admirar

Quanto esteve no Pará

Fez um carimbó todinho.

Acharam até que era trote

Outro dia que alguém viu

Numa noite ela sumiu

Vestida até o cangote

De repente ela surgiu

Sem artifício ou ardil

Dançando com Pavarotti

Nossa amiga tem um pé

Que um dia dança valsa

Mas prefere mesmo a salsa

Você sabe como é

Mas se tirar sua alça

Der um colant e uma calça

Ela dança até ballet

Até na festa do boi

Onde tem gado nelore

Antes que alguém deplore

Ela diz logo a que foi

Dança no som do folclore

Veste um boi e se bole

Quando se vê já se foi.

Mas bom mesmo foi no dia

Que ela foi prá Salvador

Foi tanto que ela dançou

Pelas ruas da Bahia

O povo tanto gostou

Que a meninada gritou

De novo, vai, minha tia!

Lá no Rio de Janeiro

Ela também já dançou

Numa escola desfilou

Pelo sambódromo inteiro

Quando o samba terminou

Sambando continuou

Pelas ruas do Salgueiro.

Outra ocasião das boas

Que ela gosta de contar

Foi na noite sem luar

Tocada pelas garoas

Foi samba de arrepiar

Subiu na mesa de um bar

São Paulo viu, não é loa.

Com a amiga Libânia

Ela passou em Goiás,

De Chalana, pelo cáis,

Dançou uma linda guarânia,

Dizem que não dançou mais

Porque viu um capataz

Com um gesto de cizânia

Com todo aquele arrebite

Foi parar em BH

Queria também dançar

E dançou tango no Elite,

Depois, lá no Paraná,

Chegou procurando o mar,

E foi dançar, acredite.

Todo dia se constata

Nova dança da folgada

Que não tem medo de nada

De rato nem de barata

Sua última parada

É dançar bem animada

Com um doido batendo a lata.

Mas tenho que terminar,

Com essa história da dança,

Pois prá contar também cansa

Deixa ela descansar

Quem sabe outra festança

Lá na Ponte da Aliança

Ela não vai comandar...

(Autoria de Walter Medeiros)

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Posted by RR - - 3 comentários

Nos tempos das votações em cédulas de papel, era muito mais simples anular o voto, podíamos criar um quadradinho com o nosso candidato, o VOTO NULO, e então assinala-lo. Outra forma era escrever alguns palavrões ou coisa do gênero, então, com certeza o voto estaria anulado.

Mas agora, na era digital, o que deveria ser mais prático, tornou-se mais complicado, até mesmo desestimulado. Essa é a nossa democracia, uma democracia de aparências.

Outro dia, na padaria, ouvi um comentário que na urna eletrônica não era possível anular o voto e somente votar em branco. Na verdade é possível sim anular o voto na urna eletrônica, pelo menos teoricamente, aliás, para nós, o que ocorre no interior da urna eletrônica não passa de uma grande teoria.

Deixando essa dúvida para outro artigo, para fazermos o voto nulo na urna eletrônica é simples, basta digitarmos números de candidatos inexistentes e então pressionar o botão VERDE, CONFIRMA. O mais fácil é digitar 00. Mesmo que sejam mais digitos, apenas o 00 já é suficiente, mas se a revolta for muita e você preferir preencher todos os digitos, basta digitar 00000, em ambos os casos irá aparecer uma tela informando NÚMERO ERRADO, então é só confirmar apertando a tecla VERDE, CONFIRMA. Pronto, você votou nulo.


Tenha cidadania, não alimente esse sistema falido, vote nulo!

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Como Votar Nulo!
Filmou votando Nulo!
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Desculpem-me pela falta de atualização!
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Posted by RR - - 6 comentários

Tudo o que pode ser dito a respeito do sufrágio pode ser resumido em uma frase:

Votar significa abrir mão do próprio poder.

Eleger um senhor, ou muitos senhores, seja por longo ou curto prazo, significa entregar a uma outra pessoa a própria liberdade.

Chamado monarca absoluto, rei constitucional ou simplesmente primeiro ministro, o candidato que levamos ao trono, ao gabinete ou ao parlamento sempre será o nosso senhor. São pessoas que colocamos “acima” de todas as leis, já que são elas que as fazem, cabendo-lhes, nesta condição, a tarefa de verificar se estão sendo obedecidas.

Votar é uma idiotice.

É tão tolo quanto acreditar que os homens comuns como nós, sejam capazes, de uma hora para outra, num piscar de olhos, de adquirir todo o conhecimento e a compreensão a respeito de tudo. E é exatamente isso que acontece. As pessoas que elegemos são obrigadas a legislar a respeito de tudo o que se passa na face da terra: como uma caixa de fósforos deve ou não ser feita, ou mesmo se o país deve ou não guerrear; como melhorar a agricultura, ou qual deve ser a melhor maneira para matar alguns árabes ou negros. É muito provável que se acredite que a inteligência destas pessoas cresça na mesma proporção em que aumenta a variedade dos assuntos com os quais elas são obrigadas a tratar.

Porém, a história e a experiência mostram-nos o contrário.

O poder exerce uma influência enlouquecedora sobre quem o detém e os parlamentos só disseminam a infelicidade.

Nas assembléias acaba sempre prevalecendo a vontade daqueles que estão, moral e intelectualmente, abaixo da média.

Votar significa formar traidores, fomentar o pior tipo de deslealdade.

Certamente os eleitores acreditam na honestidade dos candidatos e isto perdura enquanto durar o fervor e a paixão pela disputa.

Todo dia tem seu amanhã. Da mesma forma que as condições se modificam, o homem também se modifica. Hoje seu candidato se curva à sua presença; amanhã ele o esnoba. Aquele que vivia pedindo votos, transforma-se em seu senhor.

Como pode um trabalhador, que você colocou na classe dirigente, ser o mesmo que era antes já que agora ele fala de igual para igual com os opressores? Repare na subserviência tão evidente em cada um deles depois que visitam um importante industrial, ou mesmo o Rei em sua ante-sala na corte!

A atmosfera do governo não é de harmonia, mas de corrupção. Se um de nós for enviado para um lugar tão sujo, não será surpreendente regressarmos em condições deploráveis.

Por isso, não abandone sua liberdade.

Não vote!

Em vez de incumbir os outros pela defesa de seus próprios interesses, decida-se. Em vez de tentar escolher mentores que guiem suas ações futuras, seja seu próprio condutor. E faça isso agora! Homens convictos não esperam muito por uma oportunidade.

Colocar nos ombros dos outros a responsabilidade pelas suas ações é covardia.

Não vote!
Elisee Reclus

Monarquia Absoluta

Dentro da lógica
Há um relógio
Que marca as
mesmas horas.

Dentro das horas
Há um reilógico
Que diz pra gente
fazer assim,
assim.

O rei morreu.

Viva o outro rei
Que diz pra gente
fazer assim,
assim.

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Vote Nulo!!
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Posted by RR - - 2 comentários












O nome dele talvez seja Robert Banks, ninguém tem muita certeza. Talvez ele seja de Brighton e tenha uns 30 anos, mas ninguém pode confirmar. A mídia nunca conseguiu fotografar seu rosto. O que ajuda muito, quando se tem a polícia de Londres querendo prendê-lo por pichar a cidade. O público, no entanto, adora as criações de Banksy.

Sempre tentando criar polêmica, entrou no American Museum of National History, em Nova Iorque, e discretamente colocou um de seus quadros na parede. Demorou algum tempo até o pessoal do museu descobrir a brincadeira.

Visite o site dele, e veja as suas obras
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